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Qual é o comportamento do latino-americano na hora de comprar pelo comércio eletrônico?

A América Latina é uma das regiões onde o comércio eletrônico mais cresce no mundo, superada apenas pela região da Ásia, no Pacífico. Estima-se que em 2019, o comércio eletrônico na América Latina gerará vendas de 85 e 100 bilhões de dólares.

Essas perspectivas tornam  a região atraente para os investimentos e isso faz com que inúmeras marcas de diversas partes do mundo invistam para melhorar as suas oportunidades de negócios tendo como resultado uma maior oferta para os consumidores online.

Com isso, é fundamental conhecer os interesses desse público para estar à frente da concorrência e fazer com que o seu negócio seja mais atrativo.

Comportamento dos latino-americanos

Em 2012, cerca de 42% da população dos principais países da América Latina tinham acesso à internet. Para o ano de 2018, estima-se que essa porcentagem chegará a 60%.

Os números revelam que atualmente a população da América Latina passa cerca de 25 horas por mês conectada à internet, sete horas menos do que a média mundial. Porém, entre  aqueles com maior renda o uso aumenta significativamente para 300 horas mensais.

Destes, 46% estão dispostos a comprar um produto sem ligar para o preço, desde que satisfaça as suas necessidades, e 69% dos latino-americanos com conta bancária afirmam que realizam transações online. Aproximadamente 60% dos latino-americanos assistem à televisão enquanto navegam pela internet, e 67% usam serviços de vídeo e online (*).

O que compram

A demanda varia conforme o país, mas podemos observar algumas tendências: moda, eletrodomésticos e equipamentos eletrônicos sempre  foram forte no mercado latino e as vendas só crescem. No Brasil, a procura maior é por eletrodomésticos (68%), seguido por dispositivos eletrônicos (67%) e cosméticos (54%).

Além disso,   81% dos brasileiros, 66% dos mexicanos e 73% dos argentinos pesquisam eletrodomésticos na internet antes de comprá-los.

Em relação à compra online ou à contratação de serviços,  itens de turismo, como  passagens aéreas e de ônibus, reservas de hotéis, aluguel de carros etc., são bem populares na América Latina.  Os brasileiros assumem a primeira posição quando o assunto é a compra on-line de ingressos para shows.

Todos os itens passam por um aumento significativo nas novas datas-chave para o comércio eletrônico, que estão se tornando, cada vez mais, globais e se impõem com mais força na América Latina: Halloween, Black Friday e suas diversas reedições.

Principais desafios do comércio eletrônico

Embora os números sejam animadores para o comércio eletrônico, alguns elementos impedem um desenvolvimento mais rápido do setor. Os principais obstáculos são:

Segurança e privacidade: Nesse sentido, o MercadoShops fornece uma plataforma integral com a maior segurança de informação.

Formas de pagamento: MercadoPago cresce, cada vez mais, como ator próprio da região e, ao mesmo tempo, com o apoio internacional.

Logística: em geral, é o maior obstáculo. Nos países pesquisados, os serviços logísticos ainda não estão no mesmo nível de desenvolvimento que existe nos USA ou na Europa, o que ainda se reflete em serviços de alto custo e baixa confiabilidade. Entretanto, há soluções, como o Mercado Envios, que em meio às dificuldades do cenário logístico, otimizam os transportes, trazendo mais qualidade às operações

O comércio eletrônico na América Latina: o futuro que está por vir

As compras on-line já são uma realidade e, segundo estimativas, o comércio eletrônico só tende a crescer.

Os números se baseiam no grande aumento da conectividade, no acesso a  smartphones e no investimento em infraestrutura. Essa foi uma das conclusões de uma pesquisa realizada pela IDC sobre comércio eletrônico na América Latina, que mostra detalhadamente as tendências dos consumidores online em seis países latino-americanos: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru.

De acordo com o relatório: “A América Latina vem se tornado um mercado cada vez mais importante em relação ao comércio eletrônico. Isso se dá por conta do aumento do acesso à internet e crescimento da confiança nos meios de pagamento. Com isso, os consumidores estão aproveitando os benefícios das compras online”.

(*) Fontes: IDC, Nielsen, Americas Market Intelligence, GFK, eMarketer, EasySolutions, Merca 2.0

 

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