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Just Approve: acreditar no seu negócio é a chave para fazer ele dar certo

O empresário José Carlos, conhecido como Caca, tinha apenas 18 anos quando, em um jantar com os amigos Leo Picon, Felipe Akira e Tata (Thayse Estaniecki), criou a marca que faz a cabeça de influenciadores e celebridades. A Just Approve, que começou com uma linha de camisetas – quatro masculinas e sete femininas – vendidas pelo Facebook, hoje conta com uma linha completa de roupas e acessórios que traduzem o espírito jovem e a autenticidade de seus sócios.

Mesmo com pouca vivência de mercado, o quarteto saiu na frente colocando a experiência do cliente em primeiro lugar. “A gente começou com um investimento rateado entre sócios para produzir uma coleção de mil camisetas e os saquinhos para entrega – que é algo que perdura até hoje. Desde o início, a gente queria que as pessoas guardassem, que não fosse só uma embalagem”, conta Leo Picon.

Marketing de Influência

O cuidado na hora da entrega fez a marca, que até então só vendia através do Facebook ou pelo famoso “boca a boca” entre os amigos dos sócios, chegasse ao guarda-roupa do craque Neymar Jr. e desse para o time de empresários a ideia que base para sua estratégia de marketing. “A gente viu que quanto mais a gente dava para pessoas influentes, mais vendia.  A partir daí foi só reinvestir o valor”, explica Caca.

A conta era simples: entregar uma experiência com a marca para celebridades e influenciadores digitais – com grande número de seguidores nas redes sociais – potencializando a divulgação dos produtos e atraindo os fãs destas personalidades para os canais de venda.

Dedicação exclusiva e parcerias

O grupo percebeu que tinha um bom negócio em mãos, mas que, para crescer, precisariam investir mais tempo no projeto. Para Tata, uma das sócias, essa dedicação exclusiva foi um momento decisivo para a Approve. “A gente precisava se dedicar para aquilo dar mais certo ainda. Foi então que todo mundo largou tudo e focou”, conta.

Depois do estouro, vender pelas redes sociais já não oferecia a estrutura necessária para o tamanho da loja. A Approve precisava de um endereço próprio na Internet, que oferecesse o suporte necessário tanto para a gestão do negócio quanto para a experiência de compra do consumidor.

Segundo Felipe Akira, sócio da marca, a inexperiência deles com o mercado, fez com que cogitassem desenvolver a própria plataforma de e-commerce. A ideia parecia promissora: “vamos contratar alguém e desenvolver um site com estoque, logística, checkout e tudo mais para ver se funciona”. Mas não deu certo.

Eles precisavam de uma plataforma de e-commerce que oferecesse além da tecnologia, precisavam de um suporte direto, de uma ferramenta parceira que os ajudasse a desenvolver todo o potencial do negócio. “A gente testou diversas, mas escolhemos o Mercado Shops em função do atendimento. Precisávamos de alguém que colasse com a gente e sempre foi muito bom, sem burocracia”, explica Caca.

Além da consultoria personalizada para desenvolver o negócio e das tecnologias disponíveis na plataforma, o ecossistema do Mercado Livre trouxe para o grupo a segurança de solucionar qualquer situação em um mesmo lugar. “Por ele ter integrações com Mercado PagoMercado Envios e outras, temos mais facilidades para resolver alguns problemas que a gente encontra no meio do caminho, o ecossistema facilita”, detalha Akira.

Foco no consumidor

O fato de ser uma marca que trabalha exclusivamente online não faz da Approve uma empresa distante do seu cliente. Eles encontraram no momento da entrega – o único ponto de contato físico com o consumidor – a oportunidade para estreitar os laços. Por isso, a sacolinha pensada anos atrás na primeira coleção de camisetas, está presente até hoje na operação aliada a outros cuidados com embalagem que fazem o cliente sentir o DNA da marca no momento que recebe sua encomenda.

A experiência vai além da caixa. Para o grupo a máxima é: seja para meia, calça, shorts, blusa ou qualquer outro item, contar com os melhores fornecedores é essencial para construir uma boa relação com o cliente. “É muito importante você ter um produto que as pessoas queiram. Um conceito que atraia o público. Assim, todo o resto que tiver em torno desta ideia vai agregar”, explica Picon.

Acredite no seu negócio

Um bom produto, um conceito sólido, um investimento financeiro inicial e excelentes parceiros são fundamentais, mas para o grupo de empresários o mais importante é acreditar no seu negócio e não desistir. “A gente sempre fala para ter persistência, não desistir. Porque problemas acontecem todos os dias, o importante é você acreditar que o negócio vai dar certo”, aconselha Tata.

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